quem sou eu
sou yuri cunha, um brasileiro que leva computadores, servidores, sistemas e homelabs um pouco a sério demais. este site é onde guardo projetos, notas, experimentos e as coisas que aprendi quebrando algo antes.
em um parágrafo
sou um Infrastructure & Platform Engineer que gosta de construir e operar sistemas completos: do hardware, Linux e networking até storage, containers, serviços, bancos de dados, automação e as aplicações que rodam por cima. bancos de dados são uma parte importante do que faço, e meu background forte de desenvolvimento me deixa acompanhar um problema quando ele atravessa a fronteira entre a aplicação e a plataforma embaixo dela.
sistemas e infraestrutura
fico mais feliz perto das partes que realmente se movem. gosto de saber onde um processo está rodando, como ele inicia, onde seus dados ficam, como as máquinas se comunicam e como recuperar o sistema quando um serviço resolve se comportar mal.
meu trabalho e meus experimentos passam por servidores Linux, Docker e Compose, storage persistente, redes privadas, workloads em cloud e on-premises, serviços self-hosted, scripts, CI, logs, monitoramento e troubleshooting. a sequência que faz sentido para mim é simples: hardware → Linux → rede → storage → containers → serviços → bancos de dados → automação → aplicações.
homelab e hardware
o homelab não é só um lugar para estudar um banco de dados. é um ambiente real e em evolução onde monto, opero, quebro, recupero e documento sistemas entre máquinas físicas e nós na nuvem, x86 e ARM64, redes privadas e pontos de entrada públicos.
hardware de servidor e homelab é uma das partes de que mais gosto: analisar CPU, memória, ECC, storage, consumo e capacidade; entender para que cada máquina serve; e dar a cada workload um lugar coerente. eu me importo tanto com a máquina e seus limites quanto com o serviço que ela roda.
desenvolvimento e bancos de dados
desenvolvimento continua sendo uma parte prática do meu trabalho. uso Python, shell, Go, Node.js, TypeScript, SQL e ferramentas web para scripts, automações, APIs, serviços internos e integrações. esse background ajuda quando uma falha atravessa camadas e a resposta não é só “reinicia o container”.
PostgreSQL, pgvector, Redis, backup e restore, migração de dados, investigação de performance e serviços persistentes são partes importantes da minha experiência. bancos de dados são uma camada que conheço a fundo, não o rótulo inteiro.
como eu trabalho
prefiro sistemas compreensíveis, observáveis e recuperáveis. na prática, isso costuma significar documentação perto do trabalho, logs e métricas úteis, backups testados, pequenas automações para tarefas repetitivas e ambientes que possam ser reproduzidos sem folclore.
gosto de ferramentas simples o bastante para consertar às três da manhã. entender o mecanismo por baixo da ferramenta importa mais para mim do que decorar uma lista grande de comandos.
direção
minha formação inclui Tecnologia em Banco de Dados na Estácio, o que continua influenciando como penso sobre dados e sistemas stateful. profissionalmente, a direção está clara: infraestrutura e plataformas, com systems engineering, Linux, networking, containers, automação, cloud, self-hosting e bancos de dados conectados entre si — não separados em caixinhas de cargo.
fora da tecnologia
também me importo em me mover mais, correr mais longe e construir hábitos que sobrevivam ao tempo. a mesma paciência que ajuda com um serviço teimoso também serve fora do terminal.